Não posso deixar de registrar a perda de um grande amigo, e, antes de tudo, meu Mestre.
Se hoje me consideram um bom professor, devo tudo a esse grande mestre. Ensinou-me a ser questionador, sem medo de represálias, para dizer o que penso e assumir a responsabilidade por esse ato.
José Cândido sabia interpelar, sabia cobrar, sabia exigir, e, com isso, sabia ensinar. Bons tempos os que ele nos colocava diante de toda a turma para apresentar nossos trabalhos na faculdade.
Competente, compenetrado, Cândinho nunca foi injusto. Sempre exigiu, é verdade, mas nunca sem embasamento teórico ou prático.
Mestre e amigo vou sentir muitas saudades e nunca me esquecerei de você.
Saudades sempre.
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