segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Pra galerinha do Anglo de Ilha Solteira

Vixi, quando percebi, estava assumindo o sério compromisso de trabalhar com o 4º e o 5º ano. Agora a coisa é complicada, rsrsrsrsrs.
Qual a primeira impressão? Nossa, foi 10. Eles são muito agitados, mas consegui conquistar a todos para a atenção necessária às aulas. Não é fácil, mas vamos caminhando.
Galerinha, então mãos à obra. Vamos que vamos, "bora" aprender História e Geografia.
A gente se vê na sala de aula...
Xau!

Mudanças radicais? Agora vai?

A educação de São Paulo vai passar por mudanças profundas, com novas propostas curriculares que vão interferir nas práticas pedagógicas em toda a rede estadual. Assim, é preciso estar ciente de que as mudanças que estão sendo implementadas estão sendo determinadas pela atual secretária Maria Helena Guimarães de Castro, sem consulta à quem quer que seja, professores, pais, alunos.
Não que não sejam necessárias mundaças no atual modelo, diga-se de passagem, criada pelo mesmo partido do atual governador José Serra. Desde Covas/Rose Neubauer, e, depois Alckmin/Chalita, a educação paulista vem sofrendo profundos reveses. São governantes do PSDB, Partido da Social Democracia Brasileira, aquele que "enxugou" o Estado, colocando a casa em ordem, às custas do funcionalismo público, que penou por mais de 10 anos sem aumento salarial.
A implantação do projeto de progressão continuada, que "leva em conta a auto-estima" de nossos alunos, criou uma geração inteira de estudantes desinteressados e cientes de que, para ser "promovido" de um ano para outro, era preciso apenas comparecer à escola, e, muitas vezes, nem isso era exigido.
Os resultados das avaliações externas são prova disso. Aliás, os péssimos resultados.
Agora, sob a batuta de mais uma "doutora" de gabinete, estamos vivenciando novas mudanças. É preciso estar abertos às mudanças. Vamos desenvolver o que está sendo "determinado" pela Secretaria de Estado. Daremos um crédito de confiança de que este não é apenas mais um projeto inutil que venha, no futuro, a prejudicar nossos alunos. Chega de politicagem com a educação pública.
É preciso seriedade.
VEJA
Como lamento que veículos de informação importantes como VEJA trabalhem para detonar com uma categoria que vem sofrendo ataques vexatórios em seus salários, parcos salários.
Cláudio de Moura e Castro, Gustavo Ioschpe, Stephan Kanitz, entre outros mais, são "verdadeiros" teóricos em educação, sem, no entanto, serem educadores de sala de aula. Pergunto: o que leva um economista como Gustavo Ioschpe tornar-se especialista em educação?
Respondo-lhe: a incompetência de ser economista, e, aí, com ares de "doutor", meter-se a besta para escrever sobre educação, criticando professores, considerando-os classistas demais. Ora, qual profissional não defende aumento salarial para si e sua categoria? Fora isso, é preciso entender de sala de aula, não de pesquisa, para averiguar, de fato, o caos a que estão submetidos a educação pública e os professores. Ninguém quer ser "coitadinho" não. Queremos sim, sermos respeitados, valorizados, e, porque não, bem pagos sim. Por acaso alguns desses "novos teóricos", ou pelo menos metidos a isso ganham pouco?
Sejamos francos. Todos ganham bem, e, por isso, decidem que podem detonar com os professores, alegando que esses ganham bem. Tenha santa paciência!
Chega disso. Querem ajudar? Parem de escrever balelas e enfrentem uma sala de aula, com todos os problemas típicos atuais.
Quem sabe assim, tenhamos melhores alunos, educados por esses "novos teóricos" como Kanitz, Ioschpe, Moura e Castro e outros. Mas, para encerrar: esses senhores estudaram também, não? Têm diploma de curso superior, não? Ganham bem, não? Ah, então não gostariam de ser professores, sabe por quê? Porque estes ganham mal, muito mal.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Joãozinho vai disputar as eleições 2008

A vantagem de ser jornalista é que você obtém informações privilegiadas antes que elas cheguem ao público em geral. É fascinante essa profissão.

E, com o privilégio concedido a poucos, tive o prazer de receber em primeira mão, a confirmação de que Joãozinho pretende disputar as eleições de 2008.

Apesar de não poder falar como candidato, Joãozinho confidenciou-me o desejo de disputar sua 5ª eleição, e, eu não poderia ter tido melhor notícia.

Sou eleitor de carteirinha de Joãozinho, pela amizade, pelo companheirismo, mas, principalmente por saber de sua competência administrativa, mesmo em períodos de crise.

Seja contra quem for, é bom saber que ele estará na disputa deste ano. Sou um dos quase sete mil votos que ele obteve em 2004, e estarei nas ruas pedindo votos para que ele possa vencer as eleições de 2008, e, finalmente, realizar o sonho de administrar a cidade que, segundo ele mesmo, aprendeu a amar e a desejar vê-la desenvolvida, gerando riqueza para sua população, com empregos, saúde, segurança e educação de qualidade.

O quadro político que está sendo desenhado pelas movimentações dos pretensos candidatos a candidato mostra grandes chances para que Joãozinho chegue à Prefeitura Municipal com o apoio da maioria da população pereirabarretense.

Este será, de fato, um grande ano, e teremos uma grande disputa pelo cargo de prefeito e de vereadores. Será um ano marcado pela mudança dos rumos políticos, pela troca da maioria dos vereadores da Câmara Municipal, em busca de um Legislativo forte, renovado, compromissado com o futuro da cidade e de seu povo, sem interesses pessoais. A hora dessas mudanças está se aproximando. Em breve todos nós poderemos participar dessa mudança.

Com Joãozinho na disputa eleitoral de 2008, os eleitores têm a garantia de poder contar com a responsabilidade e o compromisso de fazer de Pereira Barreto um dos destaques da região noroeste do Estado, e, para isso, você também terá a responsabilidade de votar corretamente. Chega de votos trocados, comprados, vendidos, de cabresto, de acordo. É preciso votar seriamente, e em você mesmo. Nada de trocar seu voto por qualquer que seja o "benefício" oferecido pelos candidatos. É preciso votar consciente, para que sua participação política e sua escolha sejam respeitadas não só pela sociedade como também pelo candidato escolhido. Seu voto não tem preço, tem conseqüências. Pense nisso!
Arregace as mangas e trabalhe, nem que seja voluntariamente, para realizar uma escolha correta e que seja a mais acertada para que nossa Pereira Barreto possa permanecer no rumo da responsabilidade e da seriedade com a coisa pública. Isso pode e deve ser feito por todos nós.